A regra do “tudo que vai, volta” não funciona comigo. Se eu for, eu não volto.
Gosto da fase do “era”. Era dor. Era amor. Era você. E agora? Não é mais.
— Você a ama?
— Amo.
— O suficiente para deixá-la ir ser feliz com outro?
— Não. Ó as ideia.
— Amo.
— O suficiente para deixá-la ir ser feliz com outro?
— Não. Ó as ideia.
Quero você feliz comigo.
(Source: EVIDENCIAS)


